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Com Sandro Moraes

Jundiaí

Idosa tem dificuldade em conseguir remédio na Farmácia de Alto Custo

A professora Lucimara Magalhães Gonçalves, 50 anos, encontra-se em desespero diante da escassez do medicamento Baricitinibe, avaliado em mais de R$ 6 mil, cujo a mãe necessita

Publicada em 01/02/24 às 10:56h - 726 visualizações

por TV & RÁDIO REGIONAL


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O medicamento, segundo a SES SP, está em \\\'aguardando entrega\\\'  (Foto: TV & RÁDIO REGIONAL)

A professora Lucimara Magalhães Gonçalves, 50 anos, encontra-se em desespero diante da escassez do medicamento Baricitinibe, avaliado em mais de R$ 6 mil, cujo a mãe necessita urgentemente. A família enfrenta dificuldade de retirá-lo na farmácia de Alto Custo de Jundiaí.

Lucimara conta que sua mãe, de 80 anos, depois de anos em tratamento na UBS do Eloy Chaves, sem solução, procurou um profissional particular. "Mesmo solicitando uma avaliação com reumatologista, não foi autorizado. Optamos por um plano particular, e foram realizados exames, que chegaram à conclusão de que minha mãe possui artrite reumatoide. Foram três tratamentos, este último surtiu efeito. A doutora conseguiu três caixas de Baricitinibe. Foram realizados todos os exames particulares para dar início ao processo na farmácia de Alto Custo. O prazo de três meses era o suficiente para o estabelecimento liberar a medicação."

A mulher também relata que fez uma reclamação na ouvidoria de Campinas, onde fazem a compra do medicamento e distribuem para Jundiaí. "Me disseram que a situação não estava nas competências deles. Que assuntos relacionados a medicamentos de Campinas, só poderiam ser resolvidos com moradores da cidade. Voltei à Farmácia de Alto Custo e me orientaram a fazer uma reclamação no 156, mas também disseram que as competências da Alto Custo são conferidas ao Estado de São Paulo. Realizei uma reclamação no número em questão na semana passada, e até agora não tive retorno".

Além disso, de acordo com Lucimara, o estoque do medicamento não existe porque a compra de Baricitinibe é feita por demanda de pedidos. "As compras são feitas apenas para os pacientes que usam diariamente, justamente por ser um medicamento muito caro. Me disseram que não possuem previsão de compra também. Houve um determinado mês em que minha mãe ficou sem o remédio e sofreu de dores terríveis, passando muito mal. Ela tem medicação até o dia 5 de fevereiro e depois não tem um substituto para a fórmula."

Em nota, a coordenação farmacêutica da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) informa que a medicação citada faz parte do grupo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), popular "Alto Custo", que é de adquirido e distribuído pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O medicamento, segundo a própria SES SP, está em "aguardando entrega", conforme último relatório enviado para o município. Os pacientes que já faziam uso do componente, contudo, devem ter a recepção regularizada neste mês.


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